Esse é um dos espaços da Manuela. Um espaço Para compartilhar e, também, informar aos amigos e as novas mamães e aquelas que estão para ter seus bebês, também. Passamos por tantas coias, temos tantas dúvidas e medos. Por isso as informações aqui postadas são baseadas em livros especializados e opiniões médicas. Nada de lendas e tabus! Rs
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Tchau DIU!
Olá!
No dia 13 de abril eu me despedi do meu DIU. Foram 3 anos em sua companhia. Ele foi a opção para mim, que não queria engravidar e também não queria mais tomar pílula. Nesses anos com o DIU, ele não mudou de lugar, permaneceu muito bem localizado, onde meu obstetra o havia deixado. Bom!
Ele aumentou meu fluxo menstrual, e com isso minha tpm e cólicas. Rs. Mas, valeu a pena sempre!nada de esquecer de tomar a pílula, nada de susto.
Mas, sabíamos que o tempo do DIU seria de 3 anos, mais ou menos, para programarmos o irmaozinho da Manuela. Então, assim como eu coloquei o DIU no consultório do meu medico, eu o retirei lá, assim, fácil, simples, em 5-10 minutinhos.
Aproveitei que no primeiro semestre é sempre tempo de fazer exames e visitar meu ginecologista e fiz tudo: exames de rotina e exames para verificar como estava meu útero. Levei tudo ao medico e tirei o DIU. esta tudo em ordem, mamografia, útero, exames clinicos bons, já sai do consultório com sinal verde para começar a tentar engravidar.
bom, meu medico não marca nova consulta, dá tchau e espera que voltemos em algum mês lá adiante já grávidos, rs. Vamos ver!
A minha primeira gravidez foi uma surpresa, não programada, e aconteceu num vacilo único. Então, o marido desde então, repete que dessa vez será bem rápido, também!
Confesso que agora estou mais atenta, alerta, porque a primeira gravidez descobri com 5 semanas...rs...não quero o mesmo atraso dessa vez!
Há 15 dias fiz um teste de farmácia, mas sabia que não poderia estar gravida, porque não Havia nem entrado no meu período fértil! Rs.
Eu me empolguei, confesso. É que, diferentemente da pílula, o DIU não exige tempo para o corpo se reorganizar. Tirou, você pode engravidar no mesmo dia. Eficiente, não é mesmo? Rs.
Pois é...estamos tentando mais usm filho! O ano tem sido excepcionalmente bom, há tempos conversamos com Manuela sobre um irmão. Estamos onde queremos estar, juntos como gostaríamos de estar, vamos tentar aumentar a família!
São ciclos novos, de companheirismo, aperfeiçoamentos, cumplicidades, união,e mais, muito mais! O tempo nos abre os olhos para o que queremos, para o que nos traz paz, para atrairmos o que nos faz bem e afastarmos o que nos é maligno. E assim é a vida, uma bela colheita de tudo o que plantamos, de amor, união e alegrias! Mudamos de casa, estamos num lugar melhor, lindo!
Já comecei a tomar o folin antes mesmo de tirar o DIU. Rs. Mal intencionada, né? Rs.
Eu solicitei ao meu medico os exames clinicos para acompanhar como estou, e se está tudo bem para engravidar. Fiz exames completos de sangue, ultrassom transvaginal, mamografia e ultrassonografia mamaria. Tudo esta normal.
No útero, estou com um cisto. O medico que fez minha ultra já havia me dito isso, mas disse também que não tinha problema nenhum!
Trata-se de um cisto de naboh, um cisto inócuo, meio normal de um acumulo de secreção, que meu medico disse que podia retirar imediatamente no consultório, mas que normalmente o cisto voltava. E que não há tratamento ou riscos. Deixei ele lá mesmo.
Pronto! Colecionei o "boa sorte" de todos os médicos e agora é tentar e esperar. Rs.
Mas, digo logo, não sou nem um pouco preocupada com o "quando". Rs. Isso não cabe a mim definir, cabe? Não. Eu vou só dar uma ajudinha à natureza. Rs.
E vamos que vamos, porque o ano está lindo, apesar da chuva toda que resolveu cair nos últimos dias em Curitiba...rs
E, como digo, os tempos tem sido de colheita, e tenho certeza que terei outra gravidez abençoada! É muita energia boa, otimista e feliz para atrair boas sementinhas. Rs.
Beijos!!!
Gilda
quarta-feira, 2 de maio de 2012
E os direitos, hein?
Olá! Há tempos que eu queria escrever sobre direitos das crianças...Vamos lá!
No Brasil, a secretaria de direitos humanos possui alguns conselhos, dentre os quais o CONANDA, Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente. Seu propósito é definir a política nacional para crianças e adolescentes. E, há uma página virtual de divulgação dos direitos das crianças e adolescentes.
A infância, para fins legais, vai até os 12 anos de idade. Daí até os 18 anos, é a adolescência.
Claro que o critério aí é jurídico, pois há psicólogos defendendo que a adolescência pode perdurar por muito mais tempo, se a pessoa não amadurecer e continuar comportando-se como se tivesse eternos 16 anos...Rs...Eu já vi mãe chamar filho de 20 anos de adolescente...E pode ser mesmo, pois para sair da adolescência é imperativo que a pessoa torne-se autônoma, capaz de gerir sua vida, mas, a cada dia, os jovens permanecem mais tempo sob as asas protetoras das mães e adiam sua maturidade.
Isso não serve, entretanto, para o direito, já que essa conversa do "meu filhinho ainda é muito novo, um adolescente" não é aceita...Aos 18 já pode ser acusado de crimes, já dirige, já vota e vai responder por tudo como adulto.
No caso das crianças doentes, é lhes garantido acompanhante durante o tratamento, acesso universal ao SUS e nos hospitais e postos de atendimento a elas é exigida área de brinquedos, direito ao conhecimento claro de sua doença, apoio espiritual, respeito à sua imagem, integridade, participação dos pais em seu tratamento, direito à prioridade de atendimento e sem discriminação. Claro que isso foi objeto de resolução do CONANDA, em harmonia com a sociedade brasileira de pediatria. Resolução 41, de 1995:
http://www.direitoshumanos.gov.br/clientes/sedh/sedh/conselho/conanda/.arqcon/.arqcon/41resol.pdf
http://www.oncologiapediatrica.org/index.php?site/ver_artigo/19
http://blog.centrodevida.com.br/2010/09/03/direito-dos-doentes/
http://www.direitoshumanos.gov.br/conselho/conanda
http://www.direitosdacrianca.org.br/temas/saude
http://www.saudecrianca.org.br/
http://www.direitosdacrianca.org.br/
http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/orientacoes/site/home/direitos_sociais_cancer
Há muitos espaços bonitos e muito importantes na internet, que esclarecem, apoiam, e oferecem uma rede de organizações dedicadas às crianças e adolescentes nas mais diversas situações: doentes, deficientes, que sofreram violência, que vivem na rua, que sofreram abuso em emprego etc.
A defensoria publica de São Paulo juntamente com o movimento pró autista elaborou uma cartilha com os direitos das pessoas com autismo:
http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/repositorio/34/figuras/DireitosPessoasAutismo_Leitura.pdf
A condição da criança merece leituras, pesquisas, porque ela tem um desenvolvimento próprio. Crianças já foram tidas como objeto, dos pais, dos empregadores...Negociadas, abusadas, e ainda há adulto que surre, bata, agrida verbal e fisicamente crianças...Às vezes sua própria prole...
Há muita tristeza envolvendo a hitória das cianças...Como o trabalho escravo, que tem nelas exemplo frequente...A negativa à nutrição, que as torna adultos obesos, doentes, limitados...A negativa à roupa, que as mantem humilhadas, envergonhadas, que as impede de dar passos largos..A negativa à educação boa, que as desqualifica, desestimula, marginaliza...A negativa ao amor, que as deixa sós, carentes, abanonadas e abusadas...
E para quem a realidade é outra, para quem acessa a justiça, hospitais, escolas etc. é importante conhecer os direitos de seus filhos, que abraçam na verdade a família inteira. Acalentam pais e filhos.
E com o voluntariado, tem se extendido às crianças que não tem família, que são carentes de ensino, de amor, de alimnetação...O direito não é igual para todas as pessoas, mas deve chegar a todos.
Por isso eu considero a adoção mais do que um ato de amor...Eu vejo a importância social que ela tem. De acolher uma criança, cuja história começou bem antes de seu nascimento e é a mesma em gerações de sua família: dor, abandono, tristeza, desamor... A adoção rompe um ciclo longo e tem os desafios emocionais daquela criança. Por isso sempre defendi que a mulher que adota deve pensar muito no emocional daquela criança, mais do que no seu ideal de filho. Porque aquela criança adotada carrega sentimentos e medos que nós, em nossa vida estável, com amor e fartura, não compreendemos...Carrega
virtudes que muitas vezes não conseguimos reconhecer e sofre com os defeitos que já cremos de antemão ela deve ter...Adotar é um ato de amor ao outro, a outra criança...Não como idealizamos, mas como é possível a uma criança abandonada entender que possa ser digna de amor...
O direito é em algum grau ato de amor, de reconhecimento, de dar dignidade, respeito, liberdade...Por outro lado, viver sem o direito simboliza a opressão, limitação, desrespeito, indignidade, ausência de paz...Como negar a uma criança direitos fundamentais, como a uma casa, à educação, água, saude, lazer?
É tentar colocar-se no lugar da criança que divide o quarto com os pais e irmãos e que, um dia, vai à casa de uma outra criança e vê que ela tem um quarto só para si, quentinho, com brinquedos, livros...É um exemplo banal, fútil, diriam alguns, mas carregado de simbolismo para as crianças que não podem ter a cor em seus quartos, a alegria de um brinquedo e o prazer de um lindo livro de contos para fantasiar...E por aí vai...O direito é muito mais do que os reclamões de plantão dizem: Que a vida é cheia de regras, inúteis, que ninguém cumpre, blá, blá, blá...
Porque tem gente de prontidão para desrespeitar crianças, idosos, mulheres...Todo mundo...A esses o direito é um eterno incômodo... E a eles o direito tem silenciado. Mas, é uma armadilha: quem crê que o direito é excessivo e não deva respeitar o direito dos outros se envolve num ciclo de violação que um dia o alcança...E quando ele sentir-se lesado e buscar justiça...Poderá encontrar alguém como ele...O sentimento de respeito aos direitos é um princípio...Deve antecipar-se a toda ação nossa...Não violar, negar, ofender...E assim mais e mais o direito será respeitado...Assim, simples assim...
Assim fica mais fácil ser responsável por nossas ações...Sabendo que não mentiu, falou a verdade, não enganou ou omitiu para seus pares, familiares, companheiros, pais, irmãos, amigos...
Sabendo que atendeu a uma paciente com atençao, respeito, cuidado, concentração...Não mentiu, ou inventou procedimentos para lucrar mais, respeitou a vontade dos pais, manteve dignidade no tratamento da criança e na sua condiçao fisica e emocional...
Não é mesmo?
Beijos,
Gilda
No Brasil, a secretaria de direitos humanos possui alguns conselhos, dentre os quais o CONANDA, Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente. Seu propósito é definir a política nacional para crianças e adolescentes. E, há uma página virtual de divulgação dos direitos das crianças e adolescentes.
A infância, para fins legais, vai até os 12 anos de idade. Daí até os 18 anos, é a adolescência.
Claro que o critério aí é jurídico, pois há psicólogos defendendo que a adolescência pode perdurar por muito mais tempo, se a pessoa não amadurecer e continuar comportando-se como se tivesse eternos 16 anos...Rs...Eu já vi mãe chamar filho de 20 anos de adolescente...E pode ser mesmo, pois para sair da adolescência é imperativo que a pessoa torne-se autônoma, capaz de gerir sua vida, mas, a cada dia, os jovens permanecem mais tempo sob as asas protetoras das mães e adiam sua maturidade.
Isso não serve, entretanto, para o direito, já que essa conversa do "meu filhinho ainda é muito novo, um adolescente" não é aceita...Aos 18 já pode ser acusado de crimes, já dirige, já vota e vai responder por tudo como adulto.
No caso das crianças doentes, é lhes garantido acompanhante durante o tratamento, acesso universal ao SUS e nos hospitais e postos de atendimento a elas é exigida área de brinquedos, direito ao conhecimento claro de sua doença, apoio espiritual, respeito à sua imagem, integridade, participação dos pais em seu tratamento, direito à prioridade de atendimento e sem discriminação. Claro que isso foi objeto de resolução do CONANDA, em harmonia com a sociedade brasileira de pediatria. Resolução 41, de 1995:
http://www.direitoshumanos.gov.br/clientes/sedh/sedh/conselho/conanda/.arqcon/.arqcon/41resol.pdf
http://www.oncologiapediatrica.org/index.php?site/ver_artigo/19
http://blog.centrodevida.com.br/2010/09/03/direito-dos-doentes/
http://www.direitoshumanos.gov.br/conselho/conanda
http://www.direitosdacrianca.org.br/temas/saude
http://www.saudecrianca.org.br/
http://www.direitosdacrianca.org.br/
http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/orientacoes/site/home/direitos_sociais_cancer
Há muitos espaços bonitos e muito importantes na internet, que esclarecem, apoiam, e oferecem uma rede de organizações dedicadas às crianças e adolescentes nas mais diversas situações: doentes, deficientes, que sofreram violência, que vivem na rua, que sofreram abuso em emprego etc.
A defensoria publica de São Paulo juntamente com o movimento pró autista elaborou uma cartilha com os direitos das pessoas com autismo:
http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/repositorio/34/figuras/DireitosPessoasAutismo_Leitura.pdf
A condição da criança merece leituras, pesquisas, porque ela tem um desenvolvimento próprio. Crianças já foram tidas como objeto, dos pais, dos empregadores...Negociadas, abusadas, e ainda há adulto que surre, bata, agrida verbal e fisicamente crianças...Às vezes sua própria prole...
Há muita tristeza envolvendo a hitória das cianças...Como o trabalho escravo, que tem nelas exemplo frequente...A negativa à nutrição, que as torna adultos obesos, doentes, limitados...A negativa à roupa, que as mantem humilhadas, envergonhadas, que as impede de dar passos largos..A negativa à educação boa, que as desqualifica, desestimula, marginaliza...A negativa ao amor, que as deixa sós, carentes, abanonadas e abusadas...
E para quem a realidade é outra, para quem acessa a justiça, hospitais, escolas etc. é importante conhecer os direitos de seus filhos, que abraçam na verdade a família inteira. Acalentam pais e filhos.
E com o voluntariado, tem se extendido às crianças que não tem família, que são carentes de ensino, de amor, de alimnetação...O direito não é igual para todas as pessoas, mas deve chegar a todos.
Por isso eu considero a adoção mais do que um ato de amor...Eu vejo a importância social que ela tem. De acolher uma criança, cuja história começou bem antes de seu nascimento e é a mesma em gerações de sua família: dor, abandono, tristeza, desamor... A adoção rompe um ciclo longo e tem os desafios emocionais daquela criança. Por isso sempre defendi que a mulher que adota deve pensar muito no emocional daquela criança, mais do que no seu ideal de filho. Porque aquela criança adotada carrega sentimentos e medos que nós, em nossa vida estável, com amor e fartura, não compreendemos...Carrega
virtudes que muitas vezes não conseguimos reconhecer e sofre com os defeitos que já cremos de antemão ela deve ter...Adotar é um ato de amor ao outro, a outra criança...Não como idealizamos, mas como é possível a uma criança abandonada entender que possa ser digna de amor...
O direito é em algum grau ato de amor, de reconhecimento, de dar dignidade, respeito, liberdade...Por outro lado, viver sem o direito simboliza a opressão, limitação, desrespeito, indignidade, ausência de paz...Como negar a uma criança direitos fundamentais, como a uma casa, à educação, água, saude, lazer?
É tentar colocar-se no lugar da criança que divide o quarto com os pais e irmãos e que, um dia, vai à casa de uma outra criança e vê que ela tem um quarto só para si, quentinho, com brinquedos, livros...É um exemplo banal, fútil, diriam alguns, mas carregado de simbolismo para as crianças que não podem ter a cor em seus quartos, a alegria de um brinquedo e o prazer de um lindo livro de contos para fantasiar...E por aí vai...O direito é muito mais do que os reclamões de plantão dizem: Que a vida é cheia de regras, inúteis, que ninguém cumpre, blá, blá, blá...
Porque tem gente de prontidão para desrespeitar crianças, idosos, mulheres...Todo mundo...A esses o direito é um eterno incômodo... E a eles o direito tem silenciado. Mas, é uma armadilha: quem crê que o direito é excessivo e não deva respeitar o direito dos outros se envolve num ciclo de violação que um dia o alcança...E quando ele sentir-se lesado e buscar justiça...Poderá encontrar alguém como ele...O sentimento de respeito aos direitos é um princípio...Deve antecipar-se a toda ação nossa...Não violar, negar, ofender...E assim mais e mais o direito será respeitado...Assim, simples assim...
Assim fica mais fácil ser responsável por nossas ações...Sabendo que não mentiu, falou a verdade, não enganou ou omitiu para seus pares, familiares, companheiros, pais, irmãos, amigos...
Sabendo que atendeu a uma paciente com atençao, respeito, cuidado, concentração...Não mentiu, ou inventou procedimentos para lucrar mais, respeitou a vontade dos pais, manteve dignidade no tratamento da criança e na sua condiçao fisica e emocional...
Não é mesmo?
Beijos,
Gilda
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